sexta-feira, 19 de março de 2010

Página 12

Eles não conseguiram frear a tempo, e um carro bateu em cheio do lado onde Fernanda estava arrastando eles por vários metros. Todos que na rua estavam ficaram perplexos com tal cena. Eu estava dentro do carro, congelado, pois não sabia o que devia ser feito em tal momento, mas ao ver que uma porta do carro estava se abrindo uma faísca de esperança se acendeu. – Pode ser ela, tem que ser ela. – Pensei. Mas não era ela que tinha saído do carro era Gustavo, logo, o sangue me subiu a cabeça e desci do carro indo a sua direção e gritei.

- Você... Se ela sofrer alguma coisa mato você. Segurei em sua gola e comecei a socá-lo, mas umas pessoas separam. Tentei me soltar, mas parei para ouvir o que ele tinha a dizer.

- O soltem, quero ver o que ele vai fazer assim que ouvir a verdade. Gustavo estava tentando fiar em pé.

- Que verdade? Perguntei com ferocidade.

- Isso que aconteceu não foi culpa minha quem foi atrás dela foi você, quem mandou ela vim até o hotel foi você, e quem me perseguiu adivinha... Você.

Fiquei paralisado, pois o que ele tinha dito era a mais pura verdade, estávamos naquela situação por minha culpa, eu fui atrás dela, pedi para que me encontra-se no hotel, se ela morrer será minha culpa.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Página 11

O clima começava a ficar tenso entre Jorge e Fernanda.

- Quem você vai encontrar Fernanda?

- eu não vou encontrar ninguém!

- Então quem você disse que ama? Sua mãe não é por que ela esta na sala, é Guilherme não é?

- Era Guilherme, mas eu ia falar pra ele que não da mais certo...

- você disse que amava ele!

- eu disse aquilo pra confortar ele, eu amo você! Disse Fernanda indo abraçar Jorge.

- Então nós vamos fazer o seguinte...

- Nós? Como assim? Pergunto Fernanda assustada.

- Você me diz onde ele está e eu vou lá e tenho uma conversa com ele, ai ele para de te ligar e tudo mais, o que você acha?

Fernanda ficou assustada, ela não sabia o que fazer, e Jorge parecia perturbado.

- Ele ta no shopping Center, na praça de alimentação

- então eu vou lá, você vem?

- Não, não quero ver a discussão!

-está bem, volto logo! Jorge pegou as chaves do carro e saiu em direção ao shopping. Fernanda esperou ele sair e para pegar o carro e ir até Guilherme. No o prédio, eu já estava esperando e como de costume Fernanda estava atrasada, peguei o celular e tentei ligar, mas ninguém atendia. Um tempo depois aparece Fernanda pálida.

- O que houver? Perguntei assustado.

- Jorge ouviu a conversa, eu disse que você estava no shopping e ele foi para lá.

- Por que ele fez isso? Perguntei.

- ele morre de ciúmes de você, nossas brigas são apenas por sua causa! Disse Fernanda ofegante. – É melhor conversarmos antes, ele já deve esta no shopping te procurando... Guilherme para onde você esta olhando? Perguntou Fernanda se virando para a mesma posição.

-Jorge! Dissemos os dois simultaneamente assustados.

- É sou eu sim, Fernanda você achou que iria me enganar assim tão fácil?

- Não é isso, eu não queria que acontecesse algo de ruim para algum de vocês.

- De vocês? Eu acho que é apenas de Guilherme!

- Não é que... – entre no carro nós vamos embora agora! Disse Jorge já impaciente.

- mas... – Agora Fernanda. Interrompeu Jorge novamente e Fernanda foi em direção ao carro deixando Jorge e Guilherme sozinhos.

- você não precisava fazer isso, me seguir? Penso até que queria me matar! Eu estava assustado realmente pois não era todo dia que você estava de frente com um cara que aparenta ser um psicopata.

- claro que eu não mataria, mas eu vim aqui pra dizer que vou levar ela pra Noruega comigo e vamos nos casar e morar lá!

- eu vou atrás de você até o inferno por ela!

Jorge se aproximou e friamente disse.

- nós já estamos no inferno. E se virou e foi para seu carro e arrancou com ele. Enquanto eles brigavam dentro do carro Jorge reparou que estava sendo seguido por mim, e acelerou fundo. Ele desviava dos carros como se fosse um piloto de formula 1 mas sem nem uma segurança, deixando a vida de Fernanda em perigo. Estávamos em uma perseguição, quando me aproximei dele estávamos perto do cruzamento, vi um carro vindo em nossa direção consegui frear.

- FERNANDA! Gritei deseperado!

terça-feira, 2 de março de 2010

Página 10

Fernanda sempre foi unida com sua mãe, dona Flavia sempre falou sobre tudo com sua filha. Até quando Fernanda perdeu a virgindade sua mãe foi a primeira, a saber, a confiança era mutua.

- Mãe eu vou ligar para Guilherme! Disse Fernanda esperando aprovação de sua mãe.

- Por que você vai ligar? Perguntou Flavia desconfiada.

- ele me pediu! Respondeu.

- você não é dessas. Eu sei que você ainda gosta dele minha filha, termine com Jorge antes, por que eu sei o que vai acontecer, se você ainda fosse virgem perderia hoje!

-Mãe! Não vai acontecer nada é o que eu espero!

No dia seguinte tentei conversar com Bianca sobre o que aconteceria a noite e a conversar foi melhor que eu esperava.

- Bianca... Ontem eu pedi para falar com Fernanda, marquei com ela e tudo mais. Ela vai me ligar hoje e vamos sair para conversar e...

- Não precisa explicar, eu te entendo, pode ir relaxado! Não se preocupe quanto a isso, eu sei pelo que você esta passando! Bianca falou como se fosse a coisa mais normal do mundo, o que me deixou desconfiado completamente!

- Então... Não vai ter nem um problema eu ir?

- Estou dizendo vai, não tem problema.

- está bem então, você é uma ótima ami... – não vou conseguir terminar. Pensei.

- Que bom, se eu perder um namorado, ganho um novo amigo!

- cara! Você é demais.

- Guilherme seu telefone... Deve ser ela! Bianca estava certa era ela.

- Alô... Fernanda.

- Sim, sou eu! Aonde nós vamos nos encontrar?

- No estacionamento do hotel Rio de ondas.

- Mas lá foi onde... Onde você me pediu em namoro.

- Sim, foi lá sim. Estou te esperando as 19 h.

- está bem, eu vou esta lá, te esperando, eu... te amo!

- você ama quem? Perguntou Jorge de surpresa.

- Jorge há quanto tempo você esta aqui?

- tempo suficiente. Disse Jorge olhando friamente para ela.