sexta-feira, 19 de março de 2010

Página 12

Eles não conseguiram frear a tempo, e um carro bateu em cheio do lado onde Fernanda estava arrastando eles por vários metros. Todos que na rua estavam ficaram perplexos com tal cena. Eu estava dentro do carro, congelado, pois não sabia o que devia ser feito em tal momento, mas ao ver que uma porta do carro estava se abrindo uma faísca de esperança se acendeu. – Pode ser ela, tem que ser ela. – Pensei. Mas não era ela que tinha saído do carro era Gustavo, logo, o sangue me subiu a cabeça e desci do carro indo a sua direção e gritei.

- Você... Se ela sofrer alguma coisa mato você. Segurei em sua gola e comecei a socá-lo, mas umas pessoas separam. Tentei me soltar, mas parei para ouvir o que ele tinha a dizer.

- O soltem, quero ver o que ele vai fazer assim que ouvir a verdade. Gustavo estava tentando fiar em pé.

- Que verdade? Perguntei com ferocidade.

- Isso que aconteceu não foi culpa minha quem foi atrás dela foi você, quem mandou ela vim até o hotel foi você, e quem me perseguiu adivinha... Você.

Fiquei paralisado, pois o que ele tinha dito era a mais pura verdade, estávamos naquela situação por minha culpa, eu fui atrás dela, pedi para que me encontra-se no hotel, se ela morrer será minha culpa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário